Sem nenhuma crônica da Guerra Particular... A simplicidade de qualquer resolução quando tudo está calmo; um mar brando sem possibilidade de ressaca, revoltas, revoluções... As pessoas sorriem como se nada tivesse mudado; a rotina com sua mesma catraca branda sem a preocupação de se atrasar. Uma festa no trabalho, sorrisos e mais vindoura produtividade? Gostaria, queria, seria legal, um sonho: são promessas pra depois de algum almoço, poderia ser este, o próximo, tantos outros futuros...será, quando o almoço for bom? Quando meus colegas estiverem mais felizes? A felicidade alheia, depois partilhar aspirações? Ou deixo pra depois, num momento triste quando tudo estiver revirado? Quando as pessoas argumentarem, esbravejarem tão alto e aí libero minhas idéias bestas como se fosse um piada: todos se descontraem e continuo... num mar calmo como se nada tivesse acontecido, nem mesmo dito...
Escrito por Pretenso Poeta às 01h03
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O voo inusitado da aranha... da sua segura teia... decola; mosca com a boca aberta(já esperava a morte, placidamente) mais alto impossível, mais alto não haveria mais voo, verdadeira decolagem espacial seria. Duas semanas depois a aranha voltou Com souvenir e grávida
Escrito por Pretenso Poeta às 18h10
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